A cidade é nossa

Vereadora Marina Bernardes

A cidade é nossa

Vereadora Marina Bernardes

Diante de novos episódios de desabastecimento, vereadora Marina volta a acionar o MP

Mandato cobra apuração sobre problemas recorrentes no abastecimento de água e medidas para garantir a continuidade do serviço em Passo Fundo

Os recorrentes problemas no abastecimento de água em Passo Fundo levaram a vereadora Marina Bernardes (PT) a acionar novamente o Ministério Público. A nova representação, protocolada nesta sexta-feira (28), pede a apuração dos sucessivos rompimentos de adutoras e das medidas adotadas pela Corsan/Aegea e pelos órgãos responsáveis pela fiscalização do serviço.

A iniciativa ocorre após mais um episódio de desabastecimento que atingiu diversos bairros da cidade. No caso mais recente, o rompimento de uma adutora na saída da Estação de Tratamento de Água 2 (ETA 2) provocou falta total ou parcial de água em bairros como Boqueirão, Integração, Záchia, Valinhos, Vera Cruz, São Bento, Hípica, Fátima e Nenê Graeff.

Para Marina, o episódio mais recente precisa ser compreendido dentro de um histórico de ocorrências que se repetem na cidade. “Não estamos diante de um episódio isolado. A população de Passo Fundo convive há bastante tempo com interrupções no abastecimento e com os transtornos provocados por uma infraestrutura que apresenta problemas recorrentes. Desde 2025, nosso mandato vem buscando os diferentes mecanismos disponíveis para cobrar providências e garantir que a população não fique desassistida. Esta é mais uma iniciativa nesse sentido”, disse.

Na representação, Marina solicita ao Ministério Público a instauração de procedimento para investigar as causas dos rompimentos, o histórico de manutenção da rede, os investimentos realizados e previstos e a existência de um cronograma de obras estruturantes para evitar a repetição dos episódios. O documento também pede que o Município e a agência reguladora informem quais medidas de fiscalização já foram adotadas em relação à concessionária, incluindo notificações, processos administrativos e eventuais sanções.

De acordo com Marina, diante da repetição dos problemas, é necessário saber quais providências estão sendo tomadas para que as interrupções deixem de ser tratadas apenas como episódios emergenciais. “A concessionária precisa responder pela qualidade e pela continuidade do serviço. Ao mesmo tempo, precisamos saber o que o poder público municipal está fazendo para fiscalizar, cobrar e garantir que as soluções sejam efetivamente realizadas. Não se trata de apontar culpados de forma leviana, mas de cobrar respostas concretas diante de um problema que continua se repetindo”, observa a vereadora.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para o topo