A cidade é nossa

Vereadora Marina Bernardes

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Vereadora Marina cobra orientações sobre atendimentos em saúde na rede municipal

Para a parlamentar, a lotação máxima do Hospital Beneficente Dr. César Santos e o limite da capacidade de acolher novos pacientes manifestado pelos hospitais de referência exigem uma posição da Prefeitura

As notícias recentes sobre a superlotação do Hospital Municipal, em Passo Fundo, e as manifestações dos hospitais de Clínicas e São Vicente de Paulo quanto ao limite de suas capacidades de acolher novos pacientes, levaram a vereadora Marina Bernardes (PT) a protocolar, nesta quarta-feira (08), uma Indicação ao Executivo cobrando manifestações do Poder Público quanto a elaboração e divulgação de um protocolo de orientação à população que necessitar de atendimentos médico e hospitalar durante os alertas de capacidade atingida na instituição pública. “Onde as pessoas devem ir? Qual o caminho a ser percorrido para conseguir atendimento? As unidades básicas de saúde estão dando conta da demanda? Não temos essas informações para auxiliar a população”, relatou.

De acordo com Marina, diversas pessoas têm se manifestado reclamando sobre a falta de informações e de transparência quanto ao assunto. “Os dois maiores hospitais de Passo Fundo têm, constantemente, transferido pacientes para o Hospital Municipal. Agora, essa instituição informa que atingiu sua capacidade de atendimento nesta semana. A população fica desassistida?”, questionou ela, complementando ser urgente a adoção de medidas que priorizem a qualidade do serviço oferecido à população passo-fundense. “Passo Fundo é um dos principais centros de saúde da região sul do Brasil, Mas, o que estamos vendo é um descaso com as pessoas que moram aqui e dependem da atenção primária no seu cotidiano”.

Para ela, é fundamental que a Prefeitura utilize suas estruturas e canais de comunicação para informar os cidadãos sobre como proceder diante desse quadro. “Há relatos de unidades de saúde sem médicos, filas de espera para um clínico geral e problemas de saúde que podem se agravar se não houver um direcionamento mais efetivo. Precisamos de atenção quanto a isso, com explicações objetivas e didáticas para as pessoas”, defende a vereadora, sugerindo que enquanto perdurar a situação, as informações devem ser atualizadas regularmente nos canais oficiais; quando houver normalização, a população deve ser formalmente comunicada do encerramento do acionamento. “As comunicações devem utilizar linguagem simples e acessível, resguardando a avaliação técnica das equipes de saúde e a organização dos fluxos assistenciais pela gestão, inclusive com articulação com outras unidades da rede, quando necessário”.

 

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